já faz tempo que esse título está esperando ara virar post, então vamos tirá-lo da condição de ideia. Filmes, amo filmes. Histórias baseadas em fatos reais sempre acabam se tornando mais interessantes pra mim, especialmente as de superação.

A garota dinamarquesa (2015) contará basicamente a vida de Lili Elbe (anteriormente Einar Wegener) e como o pintor se redescobriu mulher através de um “empurrãozinho” da esposa.

Einar nasceu homem, mas desde cedo sabia que não o era por completo. Embora intrinsecamente fosse uma mulher, acabou por oprimir sua verdadeira personalidade e constituindo uma vida e carreira como homem comum, pintor de sucesso na Dinamarca da década de 20.  Porém ao servir de “modelo” substituta para a esposa, também pintora, Lili volta à tona para nunca mais ir embora. O filme mostrará a luta de Einar consigo mesmo afim de libertar Lili através de uma cirurgia de readequação sexual. A primeira realizada na história.

A história é bonita, é forte. A sessão não se torna cansativa e surpreende em vários momentos. Toda a produção foi muito bem feita em termos de atuações, fotografia e principalmente figurino. É um filme muito bonito de fato, em todos os sentidos, com o charme da década de 1920 e ótimas interpretações. A Garota Dinamarquesa, Lili Elbe, é interpretada com sutileza e respeito por Eddie Redmayne (A Teoria de tudo), um bom ator, que tem um grande potencial por sinal. Também podemos notar a atuação estelar de Alicia Vikander, como Gerda, esposa de Einar e seu maior apoio para redescobrir sua verdadeira identidade. Também gosto dela, é uma ótima atriz e que mereceu o Oscar que ganhou por The Danish Girl.

Pra quem gosta de biografias, filmes cheio de história e cultura e lutas pessoais, A Garota Dinamarquesa é um prato cheio, emocionante. Não sou lá muito boa pra resenhar filmes, mas espero que tenha sido uma boa dica pra hoje 🙂

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